terça-feira, 6 de junho de 2017

No radar: The Leftovers





(***Antes de começar  queria avisar que esse post NAO contem spoilers - podem ler tranquilos***)



Precisei correr aqui pra falar sobre The Leftovers - a serie fantástica da HBO, dos mesmos criadores de Lost, que acabou nesse domingo.

Foram apenas 3 temporadas, 28 horas de muita doideira "a la" Lost: referencias religiosas, ocorrências fantásticas, e lições e mais lições sobre a natureza humana - sobre como lidamos com nossas emoções em situações extremas e inesperadas.

Eu acompanhei Lost, do começo ao fim, e fiquei sim desapontada com a forma como terminou - não porque eu queria explicações detalhadas, mas porque acho que os criadores focaram muito na historia que eles ja tinham na cabeça e esqueceram que o publico não estava ali, dentro da cabeça deles também, entendendo todas as opções e acontecimentos que cercavam os personagens principais.

Enfim, a serie acabou, ficamos todos a ver navios, alguns mais #chateados que outros, mas assim é a vida... 

Então, começou o Leftovers - e eu me recusei a assistir ate que... o momento chegou: eu liguei a TV num daqueles fins de semana que não queremos pensar em nada, so relaxar, e pronto - rolou aquela conexão.

Em algumas semanas, assisti TUDO (!!!), pensei, repensei, teorizei, pesquisei, e enfim, senti todos os sentimentos que são legais de sentir, mesmo que so de vez em quando. Não que a vida real não traga esses sentimentos a tona, mas é que as vezes estamos cercados de noticias de política, economia, terror, sociedade, etc que ignoramos todas essas outras coisas que moram dentro da gente, que são tao antigas quanto a vida, porque se voce esta vivo, voce sente essas coisas. Voce sente angustia, amor, medo, felicidade, etc, não so porque voce esta reagindo as noticias do mundo, mas por causa de coisas que acontecem com voce, e diretamente, a voce: perder algo ou alguém, beijar um beijo apaixonado, encarar um silencio mais prolongado, enfim... entenderam né?

Nao quero ser muito poética... so dar uma dica, uma dica quente: se voce curte sentir esses sentimentos assim, de vez em quando (ou sempre), tai uma historia que vai te emocionar...  

(e a trilha sonora é uma espetáculo a parte!)






sábado, 3 de junho de 2017

Ainda to falando de moda? --- Calvin Klein





Depois de escrever o que escrevi sobre a linha Lauren da Ralph Lauren fiquei pensando no meu guarda roupa como um todo, e acho que cometi uma injustiça, ja que existe uma outra linha de roupa que me agrada demais e por razoes parecidas: a Calvin Klein.



Eu sei que nao estamos mais nos anos 90, e nem tudo precisa ser preto, branco ou cinza, mas gente, como explicar meu encantamento perene pelas roupas deles?



Acho que a principal diferença entre Calvin e Ralph (meus amigos, íntimos), é que enquanto Ralph Lauren tem aquela paleta de cores básicas e combinações block color, Calvin Klein é TUDO que o minimalismo poderia ser numa esfera fashion - cortes certos, nos lugares certos, com costuras que caem como luva nos mais diversos corpos: eles tem linhas curvy, fit, regular, tall, petite... Aprecio demais esse cuidado agregador...

Inclusive essa tabela da uma super ajuda pra quem nunca comprou a roupa dele: medidas em detalhes pra voce saber bem qual o seu tamanho... 


Sem contar que eu tenho uma simpatia pelo designer que foi figurinha carimbada na cena brasileira (principalmente carioca), ja que por muito tempo ele teve um namoro serio com um brasileiro...

Sem contar esse outro brasileiro aqui, importantíssimo dentro da Calvin Klein: o Francisco Costa, o visionário por trás das coleções femininas.


Seguem alguns modelitos passado-presente-futuro para ilustrar melhor o que quis dizer acima: