E ontem foi o episódio final de mais uma série que adorei e segui desde o começo: Desperate Housewives.
Apesar de umas coisas meio "perdidas" e até desnecessárias, foi uma série bacana, 8 anos sem cair muito na mesmice. E pensar que no começo, para mim, era apenas uma série com Lois Lane e aquela mulher do Melrose Place.
Não sei a quantas anda a temporada do Brasil, então não vou fazer maiores comentários sobre os detalhes finais. Mas gostaria de fazer um único comentário: eu não gostei do final. Na verdade, eu não gosto de finais. Ponto.
Não gostei do final de Friends, não gostei do final de Lost, não gostei do final de Sex and the City. Fica sempre faltando alguma coisa, aquele incalável "e aí?", porque a sensação é de que sempre dá pra ter mais história.
Quando assisto filmes, eu tenho uma tendência a gostar de finais: honestamente, eles são a conclusão, um full circle. Ou um teaser do que vem na parte 2 ou 3. Mas quando uma série acaba, acaba. E vc fica órfão daquela diversão...
Meu remédio, como boa junkie, é me viciar em outra coisa. Acompanhei toda a primeira temporada de Smash (a final da primeira temporada foi hoje - adorei) e Once upon a time. Também assisto Happy Endings desde o começo. Adoro Grey's Anatomy, e meu mais novo "vício" é Mad Men (via netflix).
Mas o fato permanece: qualquer final me incomoda. Até hoje não consegui superar algumas "perdas". Seria a solução jogar fora as tvs da casa e simplesmente ir ler um livro???
Nããããããããã... tudo tem seu tempo, right?
segunda-feira, 14 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
Hotéis 5 estrelas: I do! (Parte 1: Bares)
Vir pra gringa e trabalhar com turismo é um sonho dourado. Não é aquela coisa que você sonha desde criancinha, tipo ser médico, professor, etc, mas depois que viramos adultos, e decidimos que temos um gosto por viagens, ah, é uma bela carreira...
Eu sempre fui da turma do mochilão: já fiquei em muito hostel na Europa com mais 16 pessoas no quarto, dividindo 1 banheiro. Não é o cenário ideal, mas é uma opção econômica e que servia ao propósito (especialmente nos idos de 2000 quando o euro estava R$4.50...)
Nas minhas idas e vindas, fiquei em muito hotel que eu acho digno: Ibis, Novotel, Radisson, Best Western, Quality Inn, Days Inn, Holiday Inn... pra mim esses hotéis eram a sen-sa-ção. Saí dessa vida, larguei as drogas, parei de beber, virei moça direita e conheci aqui, as maravilhas dos hotéis de luxo.
Não me interpretem mal: ainda fico fácil em hotéis meia estrela. O importante sempre é a viagem... onde vamos dormir não importa... Mas se tenho opção (por opção leia-se "descontos"), claro que vou pra um mais chiquezinho...
E acho que sem querer, já entreguei o ouro: uma coisa é ir pra um hotel só dormir. Outra é ir para curtir. A diferença está no fato de que se vc se hospeda num hotel 5 estrelas, trust me: vc vai curtir.
Foi isso que descobri nesses últimos anos: vc pode estar num lugar só a trabalho, ou com a agenda completamente lotada: se vc se hospedar num hotel de categoria superior, vc vai arranjar tempo pra um drink no bar do hotel, pra curtir a piscina, pra pedir serviço de quarto, pra ir no spa, pra tomar um café (mesmo que não incluso - e normalmente não é...), enfim, pra ficar wondering around...
Duvida?
Fiz um compêndio, vou colocando fatos & fotos no blog pouco a pouco... mas queria começar com um assunto que eu entendo: álcool.
Redwood room, Clift Hotel (4 star), San Francisco:
Esse é um dos bares mais badalados de SanFran... um lugar frequentado por locais e por quem lê esse blog (lol). Decorado por Philip Stark, bem ArtDeco, diz a lenda que ele foi todo feito de um só tronco de redwood (aquelas árvores enooormes, maiores que sequóias...). Outro ponto alto são as telas de arte que ganham vida (não, vc não bebeu tanto assim), nas telas de plasma espalhadas pelo salão. A probabilidade de esbarrar com alguém famoso é alta. O drink pra provar: qualquer martini. O preço: $18USD, yeah, ouch.
A60, 6 Columbus hotel (4 star), New York:
NYC é mais conhecida pelo skyline e vistas áereas do que pelas ruas. Então não tem nem discussão quando o assunto é bar e restaurante: tem que ter vista. Um dos mais descolados do momento (yes, people, everything changes in a New York minute), é o A60 (Above 60), no 6 Columbus, antigo 60 Thompson da rede Thompsons, localizado no Midtown-SoHo, decorado com muitas cachoeirinhas e plantas. Tudo muito ao ar livre e bonito, mas se chover, a cobertura móvel protege todo mundo, inclusive a vista, que permanece... Só entra quem for membro ou estiver hospedado no hotel. Ou se vc for amigo do Pomeranc, o hotelier que idealizou o bar (e o hotel, for that matter). O drink pra provar: coquetel de lichia. O preço: $12USD (melhorou, né?)
Aureole, Mandalay Bay and Casino, Las Vegas:
Ok, não é bem um bar, mas considerando que a atração principal é essa wine tower aí, e vc pode sim, entrar e ficar só em volta dela, na área do bar, eu listei o Aureole como bar. O drink: oh well, a foto já diz tudo. O preço: 8% a mais do que o preço da garrafa em qualquer outro restaurante... e não ache que dá pra pedir aquele vinhozinho de $40USD não... na torre ficam os bons, que fazem valer a pena um dos "wine angels" voarem atrás da sua garrafa...
Peacock Alley, Waldorf Astoria, Orlando:
Somos suspeitos pra falar: nunca me senti tão rica e poderosa na vida. É o tipo do lugar que vc quer estar só pelo glamour... Os drinks são deliciosos e os aperitivos impecáveis. Não é um bar com djs, no estilo lounge, como os dois primeiros. É mais pra um momento, uma conversa, um "aquece" praí sim, partir pra night. O drink: French 75 (da parte do menu "calorie-concious drinks). O preço: $8USD
Eu sempre fui da turma do mochilão: já fiquei em muito hostel na Europa com mais 16 pessoas no quarto, dividindo 1 banheiro. Não é o cenário ideal, mas é uma opção econômica e que servia ao propósito (especialmente nos idos de 2000 quando o euro estava R$4.50...)
Nas minhas idas e vindas, fiquei em muito hotel que eu acho digno: Ibis, Novotel, Radisson, Best Western, Quality Inn, Days Inn, Holiday Inn... pra mim esses hotéis eram a sen-sa-ção. Saí dessa vida, larguei as drogas, parei de beber, virei moça direita e conheci aqui, as maravilhas dos hotéis de luxo.
Não me interpretem mal: ainda fico fácil em hotéis meia estrela. O importante sempre é a viagem... onde vamos dormir não importa... Mas se tenho opção (por opção leia-se "descontos"), claro que vou pra um mais chiquezinho...
E acho que sem querer, já entreguei o ouro: uma coisa é ir pra um hotel só dormir. Outra é ir para curtir. A diferença está no fato de que se vc se hospeda num hotel 5 estrelas, trust me: vc vai curtir.
Foi isso que descobri nesses últimos anos: vc pode estar num lugar só a trabalho, ou com a agenda completamente lotada: se vc se hospedar num hotel de categoria superior, vc vai arranjar tempo pra um drink no bar do hotel, pra curtir a piscina, pra pedir serviço de quarto, pra ir no spa, pra tomar um café (mesmo que não incluso - e normalmente não é...), enfim, pra ficar wondering around...
Duvida?
Fiz um compêndio, vou colocando fatos & fotos no blog pouco a pouco... mas queria começar com um assunto que eu entendo: álcool.
Redwood room, Clift Hotel (4 star), San Francisco:
A60, 6 Columbus hotel (4 star), New York:
NYC é mais conhecida pelo skyline e vistas áereas do que pelas ruas. Então não tem nem discussão quando o assunto é bar e restaurante: tem que ter vista. Um dos mais descolados do momento (yes, people, everything changes in a New York minute), é o A60 (Above 60), no 6 Columbus, antigo 60 Thompson da rede Thompsons, localizado no Midtown-SoHo, decorado com muitas cachoeirinhas e plantas. Tudo muito ao ar livre e bonito, mas se chover, a cobertura móvel protege todo mundo, inclusive a vista, que permanece... Só entra quem for membro ou estiver hospedado no hotel. Ou se vc for amigo do Pomeranc, o hotelier que idealizou o bar (e o hotel, for that matter). O drink pra provar: coquetel de lichia. O preço: $12USD (melhorou, né?)
Aureole, Mandalay Bay and Casino, Las Vegas:
Ok, não é bem um bar, mas considerando que a atração principal é essa wine tower aí, e vc pode sim, entrar e ficar só em volta dela, na área do bar, eu listei o Aureole como bar. O drink: oh well, a foto já diz tudo. O preço: 8% a mais do que o preço da garrafa em qualquer outro restaurante... e não ache que dá pra pedir aquele vinhozinho de $40USD não... na torre ficam os bons, que fazem valer a pena um dos "wine angels" voarem atrás da sua garrafa...
Peacock Alley, Waldorf Astoria, Orlando:
Somos suspeitos pra falar: nunca me senti tão rica e poderosa na vida. É o tipo do lugar que vc quer estar só pelo glamour... Os drinks são deliciosos e os aperitivos impecáveis. Não é um bar com djs, no estilo lounge, como os dois primeiros. É mais pra um momento, uma conversa, um "aquece" praí sim, partir pra night. O drink: French 75 (da parte do menu "calorie-concious drinks). O preço: $8USD
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